Monday :: 22 / 12 / 2014

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Provas de acesso ao Ensino Superior


 exames nacionais 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como Funciona

A candidatura ao ensino superior público é feita anualmente através de um concurso nacional organizado pela Direção-Geral do Ensino Superior.

O concurso nacional realiza-se no final do ano letivo e organiza-se em três fases, nos termos do calendário anualmente aprovado.

A direção de todo o processo relacionado com avaliação da capacidade para a frequência, bem como com a fixação dos critérios de seleção e seriação dos candidatos à matrícula e inscrição no ensino superior, compete à Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior.


Para concorrer é necessário:

*Ser titular de um curso de ensino secundário, ou de habilitação legalmente equivalente;

*Realizar, ou ter realizado nos últimos dois anos, os exames nacionais correspondentes às provas de ingresso exigidas para os diferentes cursos e instituições a que vai concorrer;

*Realizar os pré-requisitos se forem exigidos pela instituição para o curso a que vai concorrer.

Em relação a cada par instituição/curso deve ser obtida em cada prova de ingresso, bem como na nota de candidatura, uma classificação igual ou superior à mínima fixada.

As classificações mínimas são fixadas anualmente por cada instituição de ensino superior para cada um dos seus cursos e são divulgadas no Guia da Candidatura.

Os candidatos podem concorrer às várias fases do concurso.

Contudo, aos estudantes colocados na 1.ª fase que concorram à 2.ª fase e nela sejam colocados é automaticamente anulada a colocação na 1.ª fase e, consequentemente, a matrícula e inscrição realizadas.

De igual modo, aos estudantes colocados nas 1.ª ou 2.ª fases que concorram à 3.ª fase e nela sejam colocados é automaticamente anulada aquela colocação e, consequentemente, a matrícula e inscrição realizadas.


Exames Finais Nacionais na Candidatura ao Ensino Superior

Na candidatura ao ensino superior, os exames finais nacionais podem ser considerados de duas formas diversas:
  • No âmbito da concretização das provas de ingresso;
  • No âmbito do cálculo da classificação final do ensino secundário.
Perguntas mais frequentes:


Vagas

O ingresso no ensino superior público está sujeito a limitações quantitativas decorrentes do número de vagas fixado anualmente pelas instituições de ensino superior para cada um dos seus cursos.

O número de vagas a abrir em cada curso em cada instituição de ensino superior é divulgado anualmente com o Guia de Candidatura.

As vagas fixadas são colocadas a concurso logo na 1.ª fase do mesmo.
 
Em termos genéricos, nas restantes fases existem as vagas que não foram utilizadas por candidatos colocados e matriculados na(s) fase(s) anterior(es).


Contingentes

Na 1.ª fase do concurso nacional as vagas fixadas para cada curso em cada Instituição de ensino superior são distribuídas por um contingente geral e por contingentes especiais de vagas aos quais são afetadas determinadas percentagens de vagas:

_ Candidatos oriundos dos Açores

_ Candidatos oriundos da Madeira

_ Candidatos emigrantes portugueses e familiares

_ Candidatos militares em regime de contrato

_ Candidatos portadores de deficiência física ou sensorial


Os candidatos que reúnam as condições para algum destes contingentes especiais, concorrem a uma percentagem de vagas especialmente destinada a esse contingente.

Caso não seja obtida colocação por esta via, no processo de seriação, o candidato é incluído no âmbito do contingente geral.
 
Na 2.ª e 3.ª fases existe um único contingente.



Seriação

No concurso nacional pode-se concorrer até seis pares instituição/curso, isto é, seis combinações diferentes de instituições e cursos, indicadas por ordem de preferência.

A colocação em cada instituição/curso é feita segundo as listas ordenadas dos candidatos até estarem esgotadas as vagas disponíveis.
Esta ordenação é feita por ordem decrescente da nota de candidatura para cada par instituição/curso.

Assim, o processo de colocação combina: 

_ a ordem de preferência indicada para cada par instituição/curso; 

_ a posição em que o candidato fica nas listas ordenadas de cada par instituição/curso.

No concurso nacional, em cada fase, só é possível obter uma colocação.

As provas de ingresso exigidas para cada curso de ensino superior em cada estabelecimento de ensino são as fixadas pelas instituições, indicadas na página da Internet www.dges.mctes.pt.

 
É exigida uma classificação mínima nas provas de ingresso?

As instituições de ensino superior exigem uma classificação mínima nos exames prestados como provas de ingresso, fixada num valor igual ou superior a 95 pontos na escala de 0 a 200 (n.º 2 do art.º25.º do Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de Setembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 26/2003, de 7 de Fevereiro).


As classificações mínimas exigidas para acesso a cada par estabelecimento/curso são divulgadas no Guia da


Candidatura ao Ensino Superior Público e no Guia da Candidatura ao Ensino Superior Privado, referidos no n.º 29.


Quando se realizam os exames?


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1ª fase - Chamada única: 16 a 23 de Junho

-
2ª fase - Chamada única: 13 a 16 de Julho

   

  teste 

Podes consultar aqui todos os exames nacionais de anos anteriores.


Provas de acesso para alunos maior de 23 anos

Podem inscrever-se para a realização das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência dos cursos superiores os candidatos que completem 23 anos de idade até ao dia 31 de Dezembro do ano que antecede a realização das provas.

Estas provas são elaboradas e avaliadas pela instituição de Ensino Superior a que o candidato concorre. Não são admitidos à inscrição para realização das provas os maiores de 23 anos que sejam titulares de habilitação de acesso ao ensino superior.


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